quinta-feira, março 13, 2008

PIB CRESCE 5,4 %

VALOR DA PRODUÇÃO DE 2007, EM MILHÕES

Agricultura................120.847
Indústria...................628.915
Serviços.................1.441.144
Impostos s/produtos......367.915

TOTAL PIB ............2.558.821
Note:
1-A agricultura representa menos de 5 % do PIB. Como retornar ao campo, como quer o MST, se o grosso da renda está na indústria (quase 25 %) e nos serviços?
***
Como é distribuída a produção/renda?
Consumo das famílias:... 1.557.544
Consumo dos governos:... 503.310
Investimentos:............. 449.558
Exportação, etc:............ 48.410

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quarta-feira, dezembro 19, 2007

Brasil é o único dos Brics que não avança em lista de PIB
Folha de S. Paulo

O Brasil foi o único dos Brics (bloco que também conta com Rússia, Índia e China) que não ganhou posição no ranking das maiores economias em 2005 usando o PPP (Paridade do Poder de Compra, na sigla em inglês) em relação ao levantamento tradicional, de acordo com dados apresentados pelo Bird (Banco Mundial).O Brasil é a 10ª maior economia mundial tanto por PPP como pelo método tradicional. No primeiro caso, o PIB (Produto Interno Bruto) foi de US$ 1,585 trilhão e representou 2,88% das riquezas produzidas no mundo em 2005. No segundo, o PIB foi de US$ 883 bilhões, o equivalente a 1,99% do total mundial. Nas duas metodologias, o Brasil representou aproximadamente metade da economia da América do Sul.
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terça-feira, novembro 27, 2007

Sete Estados concentram 75,2% da riqueza do país
Jornal do Brasil

Dos 26 Estados brasileiros mais o Distrito Federal, sete concentram 75,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e São Paulo ainda responde por um terço de toda a economia nacional, segundo o IBGE. Mas, segundo o relatório de Contas Regionais do instituto, em 2005 a participação destes estados diminuiu, em comparação com os 75,9% de 2002.
As principais economias do Brasil são, nesta ordem, São Paulo, com 33,9% do PIB, Rio de Janeiro (11,5%), Minas Gerais (9,0%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,9%), Bahia (4,2%) e Santa Catarina (4,0%). O Rio perdeu um ponto percentual pela nova metodologia - de 12,6% para 11,6% em 2002 - em razão da redução do peso da indústria extrativa (petróleo). Em 2005, o peso do Estado ficou em 11,5%. MAIS

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segunda-feira, setembro 24, 2007

ECONOMIA - Voltamos ao século 19
Antonio Carlos Lemgruber,Economista, no Jornal do Brasil

No momento em que se aproxima o ano de 2008, vale a pena retroceder 200 anos e recolher algumas revelações estatísticas estarrecedoras, que se encontram nos últimos estudos econômicos feitos pelo historiador e economista Angus Maddison. Na verdade, é realmente possível - graças a análises de pesquisadores como Maddison - verificar o crescimento de longo prazo de um país como o Brasil e até mesmo compará-lo ao de outros países mais e menos desenvolvidos. São exatamente 200 anos de estatísticas sobre o crescimento do PIB de diversas nações pelo mundo afora.

Parece que voltamos ao século 19 em matéria de crescimento econômico e não conseguimos de jeito nenhum repetir o feito brilhante do século 20, quando o Brasil teve simplesmente a maior taxa de crescimento do mundo, segundo Maddison: 4,5% ao ano em média (1890-1990).

Dom João VI veio instalar o império luso-brasileiro por aqui em 1808, tivemos a independência em 1822, mas a escravidão perdurou até 1888. Para nós, o prolongamento da escravidão é a principal explicação do baixíssimo crescimento do Brasil no século 19 [por falta de mercado consumidor interno]. Apesar de algumas oportunidades para estimular a imigração e das pressões dos ingleses, os portugueses preferiram o comodismo da escravidão, em contraste com o capitalismo realmente selvagem que explodia na América do Norte.

Mas este país nos surpreendeu no século seguinte e nos deu um verdadeiro "espetáculo de crescimento econômico", seja considerando períodos bem longos como 1890-1981, seja considerando fases realmente brilhantes como 1930-1981. E passamos por Vargas, por Dutra, por Juscelino, por Jânio e pela ditadura militar.
Lamentavelmente, a surpresa do século 21 é o baixo crescimento. Acabou-se o dinamismo. Voltamos a crescer de forma medíocre - na verdade, isto ocorre há quase 30 anos, desde meados da década de 80. O final da ditadura, o início da Nova República e os anos de Fernando Henrique Cardoso e de Lula.

É verdade que a inflação acabou em 1994, graças ao brilhante Plano Real, mas a euforia tomou conta dos economistas que bolaram o Plano Real e parece que eles se convenceram mesmo de que era tudo apenas uma questão inercial. Os problemas fiscais e institucionais foram simplesmente ignorados desde então.

Qual será a nossa nova escravidão? Por que voltamos ao século 19? Para nós, depois de dois surtos de liberalismo, entre 1890 e 1929, e, depois, entre 1945 e 1984 (num total de quase 80 anos), retornamos ao comodismo governamentalista do século 19. O país perdeu o dinamismo incrível da industrialização do século 20 e volta a ser agora um país agropecuário e mineral. O resto fica por conta do governo, a despeito das privatizações na década de 90.

Por trás dessa mudança de rumo, uma nova escravidão: a dos impostos, a das leis trabalhistas, a da burocracia, a do funcionalismo público, a da comodidade, a do emprego público. Estamos voltando a ser o país das commodities e, ao mesmo tempo, do comodismo (desculpem o trocadilho). Foi-se o dinamismo que caracterizou a substituição de importações industriais na década de 50 e a expansão de exportações de manufaturados nas décadas de 60 e 70.

Cabe observar aqui finalmente como alguns erros severos na política cambial nos últimos 15 anos contribuíram fortemente para motivar esta nova escravidão, que levou novamente o país a ter um crescimento pífio e medíocre - como acontecera no século 19.

Eis um resumo dos principais números de Maddison, que refletem estas nossas observações sobre o crescimento econômico do Brasil de 1808 a 2006:

Fases
1808-1890.... 1,95%
1890-1929.... 3,13%
1929-1981.... 5,72%
1981-2006.... 2,02%
Fonte: A. Maddison, The world economy, Monitoring the world economy e Desempenho da economia mundial.

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sexta-feira, setembro 14, 2007

PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) NO 2° TRIMESTRE DE 2007

Em R$ milhões

Agricultura....35.062
Indústria.....161.781
Serviços......345.846
Subtotal(VA)..542.689

1-A produção agrícola (35.062) representa apenas 6,5 % do total produzido. Se o Brasil ainda fosse um país essencialmente agrícola (pouca indústria e serviços) seríamos 10 vezes mais pobres. Talvez mais: como produzir sem trator?

2-Nos países adiantados, a porcentagem é bem menor ainda. Ou seja, quanto maior for o peso da indústria e serviços, mais rico é o país.

3-Somando ao valor acima os impostos sobre os produtos (87.511) chega-se ao valor do PIB no trimestre: 630.200.

Qual o destino desse valor?

a) 379.575 foram consumidos pelas famílias;
b) 119.353 foram consumidos pela Administração Pública;
c) 111.754 foram INVESTIDOS em construções, fábricas, máquinas, etc;
d) 12.446 foram EXPORTADOS (já descontada a importação)
e) 7.073 ficaram estocados.

Veja bem, para que o país cresça, produza mais, crie mais empregos, é necessário aumentar o INVESTIMENTO (c): construção de novas fábricas, máquinas, etc. O investimento no Brasil tem sido baixo nas últimas décadas.

De onde tirar mais dinheiro para investimento? Há duas alternativas: ou do consumo das famílias (379.575) ou do consumo dos governos (119.353).

É evidente que a melhor alternativa é os governos gastarem menos com custeio. No entanto, os governos, especialmente o petista, continuam aumentando a despesa de custeio - e aumentando os impostos para gastar mais!

Os números são do IBGE

PS - Aqueles que defendem a redução das despesas do Estado são insultados pela "esquerda" de neoliberais. Puxa vida, se não cortar despesas do Estado, a alternativa é cortar o consumo das famílias - isto, sim, seria um retrocesso.

Bem se vê que os defensores do Estado grandão ou não sabem fazer contas ou, o que é mais provável, estão defendendo a mordomia companheira!

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quarta-feira, agosto 22, 2007

Carga tributária atinge 34,2% do PIB em 2006
Arnaldo Galvão, Valor Econômico
A carga tributária nacional, em 2006, foi equivalente a 34,23% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 2,32 trilhões pela nova metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os governos federal, estaduais e municipais arrecadaram mais tributos que no ano anterior, quando a carga verificada tinha sido de 33,38% do PIB. A carga de 34,23% é a maior da série histórica.
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Relaxe: os governos aplicam direitinho o seu suado dinheiro. A saúde não está caindo aos pedaços... Não existem mensalãos nem mensalinhos... Os prefeitos não nomeiam cabos eleitorais... Nada...
É tudo invençao da imprensa "cansada"!

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