O PMDB NÃO ESQUENTA COM ELEIÇÃO: GANHE QUEM GANHAR, É SEMPRE GOVERNO
Dora Kramer, O Estado de S. Paulo
Se existe um partido que não se aflige com a eleição de 2010, é o PMDB. Não precisa de discurso, desistiu de recuperar a irrecuperável identidade perdida lá atrás, na luta pela redemocratização, e dispensa até mesmo um bom candidato porque, caso raro na política, consegue sobreviver entre as grandes legendas sem disputar eleições presidenciais.
Com bancadas fortes no Congresso, presença organizada em todo o País e um time de profissionais bem treinados no exercício do poder, o PMDB será sempre um aliado desejado por quem quer que tome assento no Planalto. LEIA MAIS
Se existe um partido que não se aflige com a eleição de 2010, é o PMDB. Não precisa de discurso, desistiu de recuperar a irrecuperável identidade perdida lá atrás, na luta pela redemocratização, e dispensa até mesmo um bom candidato porque, caso raro na política, consegue sobreviver entre as grandes legendas sem disputar eleições presidenciais.
Com bancadas fortes no Congresso, presença organizada em todo o País e um time de profissionais bem treinados no exercício do poder, o PMDB será sempre um aliado desejado por quem quer que tome assento no Planalto. LEIA MAIS
Pouca-vergonha, o PMDB assumiu o lugar do antigo PFL. "Há governo, sou a favor!"
1 Comments:
Desde que Ulysses se foi, o PMDB perdeu o seu referencial, ele era a única pessoa que conseguia uma unidade mínima do partido. Hoje o partido é uma agremiação totalmente descaracterizada, composta de grupos governistas, oposicionistas, adesistas, oportunistas e tudo mais. Há figuras ilustres no partido, mas essa fragmentação prejudica muito o partido. É uma pena, porque o PMDB foi uma peça importante na história política do nosso país e na luta pela democracia.
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