sexta-feira, novembro 24, 2006

Coalizão com critérios de competência e honestidade
Valor Econômico

"Em um sistema pluripartidário e pulverizado como o brasileiro, uma coalizão sólida é uma premissa para uma boa administração.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parece ter aprendido isso no seu primeiro governo, cuja base de sustentação era composta por uma maioria precária e flutuante, administrada à base de favores que não apenas custam mais aos cofres públicos, como desorganizam qualquer projeto consistente.

No entanto, como a prática republicana brasileira sempre foi mais chegada a alianças de conveniência, não parece que Lula, ou o governo, tenham clareza de como fazer uma coalizão baseada em princípios e, ao mesmo tempo, contentar a pluralidade de interesses que existe nos possíveis partidos aliados e atrai-los para um acordo.
É fundamental, porém, que dessas negociações à composição, de fato, da nova equipe, esse processo seja feito de forma absolutamente transparente, para que se inaugure novas práticas de acordos partidários." LEIA MAIS
Nas democracias, coalizões são feitas em cima de um programa comum de governo - ou seja, sem que os partidos desrespeitem seus programas, sem que eleitores que votam em determinado programa, em determinadas idéias, sejam desrespeitados.
No Brasil, o comum é o troca-troca, é dando que se recebe. Nos municípios, então, é uma loucura.
E só pode dar no que tem dado.
Como dizia meu avô: pau que nasce torto, até a cinza é torta.
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